sábado, 31 de maio de 2008

DICA FASHION: BOLSA COM APLICAÇÃO


MATERIAL
- 1 m de tecido de algodão verde estampado- 50 cm de tecido de algodão branco- retalhos de tecido para a aplicação- 50 cm de manta acrílica- 1 retrós de linha verde (na cor do tecido)- 4 botões grandes de madeira (ou 8 pequenos)
COMO CORTAR:

1. No tecido verde corte:- um retângulo de 45 x 38 cm- duas tiras de 31 x 5 cm- duas tiras de 37 x 5 cm- forro: um retângulo de 87 x 38 cm- alça: duas tiras de 13 x 50 cm
2. No tecido branco corte um retângulo de 38 x 30 cm
3. Na manta acrílica corte um retângulo de 90 x 3
8 cm e duas tiras de 13 x 50 cm
MONTAGEM:1. Costure as tiras de 37 x 5 cm nas laterais do retângulo de algodão branco e, nas extremidades menores, as tiras de 31 x 5 cm.
2. Faça a aplicação do motivo desejado, contorne com um ponto decorativo ou ziguezague e você terá a frente da bolsa.

3. Una a frente da bolsa com o retângulo de 45x38 cm, direito com direito, e faça uma costura reta na extremidade inferior.

4. Faça um "sanduíche" com a manta acrílica, o retângulo que você acabou de montar e o forro, direito com direito. Faça uma costura reta nas extremidades menores e vire para o direito.

5. Dobre o retângulo ao meio, com o forro voltado para fora. Costure as duas laterais e vire.Dica: Se quiser um acabamento melhor, aplique um viés do mesmo tecido do forro.

6. Sobreponha a tira da alça sobre a manta, dobre-a ao meio no sentido do comprimento (a manta deve ficar voltada para fora) e costure toda a volta, deixando uma abertura para virar.
7. Faça o mesmo com a outra alça, vire para o direito e arremate a abertura com pontos invisíveis. Costure as alças na bolsa, arrematando com botões.

Fonte: Ateliê Singer

quarta-feira, 21 de maio de 2008


Vitrine é arma para vender maisConsultores destacam que varejistas precisam apostar nas vitrines e na comunicação visual para ganhar clientes e maior competitividade
Muitos pequenos comerciantes ainda não perceberam mas, na hora de conquistar o cliente e fazê-lo entrar na loja, beleza, coerência e atualidade das vitrines são fundamentais. Especialistas em comunicação visual no varejo estimam que uma vitrine bem feita pode ser responsável por uma fatia entre 30% e 40% das vendas.
"A vitrine é o cartão de visitas da loja. Se não encantar o consumidor, ele provavelmente não entrará e o comerciante perde a oportunidade de venda, sobretudo na chamada compra por impulso", destaca a analista de orientação empresarial do Sebrae-SP, Néia França.
A professora de vitrinismo do Senac-SP, Fátima Lourenço, afirma que os donos de pequenas lojas no Brasil ainda encaram a questão de forma equivocada. "A maioria não vê a contratação de um profissional especializado em vitrine como investimento, mas como custo, já que se costuma fazer o trabalho de maneira intuitiva, recorrendo a um gerente ou vendedor que tenha 'jeitinho' para organizar o espaço, a custo zero", ressalta. "Se investissem num projeto, com coerência técnica e integrado com o resto do visual da loja, esses comerciantes perceberiam o quanto a relação custo X benefício é vantajosa, em termos de resultados sobre as vendas".
A professora lembra ainda que o investimento também não costuma ser pesado como o lojista imagina. "É claro que os projetos e os preços variam muito, não há uma tabela de preços nesse segmento. Mas para uma pequena loja, num bairro de classe média, é possível contratar um projeto e execução de vitrine básico por R$ 250 a R$ 300, já incluindo o material, que o profissional geralmente retira depois do tempo de exposição pré-combinado com o lojista", explica Fátima.
Para o comerciante que não abre mão de fazer o trabalho, o Sebrae-SP e o Senac-SP têm cursos, oficinas e palestras sobre o tema. "Sempre valerá a pena o lojista buscar capacitação, até para aprender a valorizar a vitrine. Mas para executar ou orientar o trabalho, ele precisará ter um mínimo de habilidade, o que infelizmente nem todo mundo tem", alerta a professora.
Concorrência
Para o diretor da RCS Consultoria, Raul Correia da Silva, o lojista deve ter claro que a vitrine, aliada a uma boa comunicação visual, é uma poderosa ferramenta de marketing direto e pode fazer a diferença frente à concorrência. "A importância de saber como apresentar bem seu produto ao cliente é ainda maior para as pequenas empresas. Isso porque, na maioria das vezes, elas não terão a mesma possibilidade das grandes redes varejistas de investir em outras formas mais caras de marketing, como propaganda", ressalta. "O lojista deve apostar nessa ferramenta para alavancar suas vendas e, sempre que possível, buscar informações e capacitação na área", orienta.
Há 19 anos fazendo projetos e execução de vitrines, principalmente para pequenas empresas, o paulista Sérgio Ricardo Silva diz que as lojas de shopping centers costumam ter maior consciência da necessidade de investir na comunicação visual.
"Acho que isso acontece até porque elas têm de enfrentar uma concorrência muito forte dos lojistas vizinhos; se não tiverem muito profissionalismo, não conseguem se manter", analisa.
Já nas lojas de rua, principalmente nos bairros mais periféricos, Silva conta que ainda é comum um certo descaso. "Muitos lojistas não renovam constantemente suas vitrines, não têm um trabalho visual mais cuidadoso. Há também casos de erros básicos, como montar a vitrine voltada para o contrafluxo da rua, o que faz com que muito menos gente veja o que a loja está querendo mostrar e vender". Ele dá outra dica aos varejistas. "Muitas vezes os fornecedores do comércio têm interesse em contratar serviços de um vitrinista para as pequenas lojas, para garantir a melhor exposição de seus produtos. Vale a pena o comerciante tentar esse tipo de parceria com o fornecedor.